quarta-feira, outubro 18, 2006

PORTUGAL E ESPANHA

Começamos finalmente a ser muitos os adeptos da reunificação da PENÍNSULA IBÉRICA. Com o tempo tudo irá acontecer com naturalidade. Os políticos Portugueses que se cuidem pois vão também poder ir para o desemprego. Viva a REUNIFICAÇÃO
Quase metade dos espanhóis é favorável a uma união entre Portugal e Espanha São mais os espanhóis do que os portugueses que veriam com bons olhos uma eventual união entre os dois países vizinhos. Quase metade dos espanhóis contra pouco mais de um quarto dos portugueses. É uma percentagem maior do que os 28 por cento de portugueses que defendem o mesmoQuase metade dos espanhóis é favorável a uma união entre Portugal e Espanha 18.10.2006 - 09h14 PÚBLICO

domingo, julho 23, 2006

Reformas dos Funcinários Públicos e outros...que tais

Não tenho a certeza se toda esta guerra das reformas dos funcionários públicos, militares e outros que tais, juizes também e governantes incluídos, tem alguma razão de ser num Estado de Direito. Que direito têm uns de receber 100% e outros 80%? Que direito têm uns de descontar 36 anos e outros 40 anos? Que direito especial é este numa Democracia?
Será que estão correctos uns e outro errados?.
Será que a dita Democracia é só para alguns?
Qual a diferença entre os anos que correm, ditos em Democracia, e os outros que não eram?
Muito terá de ser explicado, brevemente, a todos os Portugueses, pois o que se está a passar neste País, excedeu os limites do razoável. Não há maneira de se controlar os interesses de grupelhos egoístas e sem escrúpulos.
Venham as leis para todos, doa a quem doer, pois se os Portugueses perceberem que o esforço é feito por todos, vão aceitar de cabeça erguida. Caso contrário, se os Políticos pensam que são mais espertos que os outros, estão completamente enganados.
Viva Portugal

quinta-feira, março 09, 2006

CAVACO É PRESIDENTE DE PORTUGAL

Apesar da minha ausência do País, assisti em directo à tomada de posse do novo PR. Estou em Berlim, mas tive curiosidade de assistir através da RTP Internacional a toda a cerimónia de posse, pois tinha interesse em ouvir o discurso de Aníbal Cavaco Silva. O respectivo discurso foi sério e honrou as expectativas dos Portugueses que o elegeram em maioria.
Infelizmente, os políticos da treta, oriundos do Bloco de Esquerda e Partido Comunista, não aplaudiram esse mesmo discurso nem mesmo uma saudação fizeram ao novo PR. Estes senhores não são verdadeiros democratas, pois não estão, em primeiro lugar, a ser educados e em segundo lugar, a respeitar a vontade popular que elegeu o novo PR.
Outro político da treta foi o sr. Mário Soares, que não se dignou a cumprimentar o novo PR.
"Mário Soares abandonou o Parlamento sem cumprimentar Cavaco Silva. O candidato presidencial derrotado e ex-Presidente da República Mário Soares abandonou hoje a Assembleia da República sem cumprimentar o empossado novo Chefe de Estado, Cavaco Silva, e recusando-se a prestar quaisquer declarações aos jornalistas."
Não precisava de ter visto para imaginar que esta gentalha não presta para nada, não são democratas e por isso não têm o meu respeito enquanto cidadão.

quinta-feira, fevereiro 16, 2006

Acudam a "Demo Cracia"

Acudam a Républica que a querem matar! Acudam a Democracia que a estão a violar! Acudam o povo honesto que não o deixam respirar.
Temos vindo a acompanhar um conjunto de noticias sobre a violação do segredo de justiça até o Sr. Presidente da Républica na abertura do ano judicial falou muito acerca da matéria.
Se eu tivesse nascido na mais corrupta América Latina ou no mais tribal pais Africano não ficaria estupefacto perante todos os acontecimentos recentes (para não falar nos passados) sobre o segredo de justiça e recentemente sobre a Invasão no jornal 24 horas sobre o tão famoso Envelope 9.
Na mais profunda tristeza estará provavelmente o fundador da democracia.
Estas atitudes " Pidescas" da polícia e de alguns magistrados que autorizam provocam este clima de terrorr na democracia devem ter um nome e um rosto.
O jornalista publicou o que lhe forneceram, ou roubou do tribunal a documentação publicada?.
Este é o papel do jornalista na sociedade, dar conhecimento ao povo do que sabe e do que a ele (povo) diz respeito.
Não me recordo em vez alguma ter lido que o ministério publico revelado quem foi o delator ou o corrupto que passou e/ou vendeu a informção.
Portugal assiste a isto como se de uma telenovela se tratasse e como se a mesma venha a ter um final feliz.

terça-feira, janeiro 24, 2006

HABEMUS PRESIDENTE

"Cavaco frisa clareza no resultado eleitoral. Cavaco Silva considerou que os portugueses «disseram com clareza quem queriam para Presidente da República». O recém-eleito chefe de Estado frisou que houve uma «percentagem muito significativa» de portugueses que decidiram votar." in TSF
Parece-me que o Povo acordou e fez valer a sua vontade. Calem-se as vozes irrealistas e assumam democraticamente a vontade da maioria.

O Pai do eleito Presidente da República, com 93 anos, disse:
- O meu filho é um homem trabalhador e sério!

Parece-me que a Política Nacional, necessita de gente trabalhadora e séria para ter alguma credebilidade.

terça-feira, dezembro 20, 2005

Presidencias 1

Ainda o debate SOARES CAVACO está a decorrer, mas já deu para ver quem é Mário Soares. Junto um artigo com o seu estilo próprio:
REVISTA “GRANDE REPORTAGEM” Joaquim Vieira (publicados nas revistas de 3, 10, 17, 24 de Setembro e 1 de Outubro de 2005) Joaquim Vieira foi despedido da Revista, da qual era director, na última semana de Outubro O POLVO (1) Com Soares, já não há moral para criticar Ferreira Torres, Isaltino, Valentim ou Felgueiras. Além da brigada do reumático que é agora a sua comissão, outra faceta distingue esta candidatura de Mário Soares a Belém das anteriores: surge após a edição de Contos Proibidos – Memórias de Um PS Desconhecido, do seu ex-companheiro de partido Rui Mateus. O livro, que noutra democracia europeia daria escândalo e inquérito judicial, veio a público nos últimos meses do segundo mandato presidencial de Soares e foi ignorado pelos poderes da República. Em síntese, que diz Mateus? Que, após ganhar as primeiras presidenciais, em 1986, Soares fundou com alguns amigos políticos um grupo empresarial destinado a usar os fundos financeiros remanescentes da campanha. Que a esse grupo competia canalizar apoios monetários antes dirigidos ao PS, tanto mais que Soares detestava quem lhe sucedeu no partido, Vítor Constâncio (um anti-soarista), e procurava uma dócil alternativa a essa liderança. Que um dos objectivos da recolha de dinheiros era financiar a reeleição de Soares. Que, não podendo presidir ao grupo por razões óbvias, Soares colocou os amigos como testas-de-ferro, embora reunisse amiúde com eles para orientar a estratégia das empresas, tanto em Belém como nas suas residências particulares. Que, no exercício do seu «magistério de influência» (palavras suas, noutro contexto), convocou alguns magnatas internacionais – Rupert Murdoch, Silvio Berlusconi, Robert Maxwell e Stanley Ho – para o visitarem na Presidência da República e se associarem ao grupo, a troco de avultadas quantias que pagariam para facilitação dos seus investimentos em Portugal. Note-se que o «Presidente de todos os portugueses» não convidou os empresários a investir na economia nacional, mas apenas no seu grupo, apesar de os contribuintes suportarem despesas da estada. Que moral tem um país para criticar Avelino Ferreira Torres, Isaltino Morais, Valentim Loureiro ou Fátima Felgueiras se acha normal uma candidatura presidencial manchada por estas revelações? E que foi feito dos negócios do Presidente Soares? Pela relevância do tema, ficará para próximo desenvolvimento. O POLVO (2) A ética política é um valor permanente, e as suas violações não prescrevem. A rede de negócios que Soares dirigiu enquanto Presidente (ver esta coluna na anterior GR) foi sedeada na empresa Emaudio, agrupando um núcleo de próximos seus, dos quais António Almeida Santos, eterna ponte entre política e vida económica, Carlos Melancia, seu ex-ministro, e o próprio filho, João. A figura central era Rui Mateus, que detinha 60 mil acções da Fundação de Relações Internacionais (subtraída por Soares à influência do PS após abandonar a sua liderança), as quais eram do Presidente mas de que fizera o outro fiel depositário na sua permanência em Belém – relata Mateus em Contos Proibidos. Soares controlaria assim a Emaudio pelo seu principal testa-de-ferro no grupo empresarial. Diz Mateus que o Presidente queria investir nos media: daí o convite inicial para Silvio Berlusconi (o grande senhor da TV italiana, mas ainda longe de conquistar o governo) visitar Belém. Acordou-se a sua entrada com 40% numa empresa em que o grupo de Soares reteria o resto, mas tudo se gorou por divergências no investimento. Soares tentou então a sorte com Rupert Murdoch, que chegou a Lisboa munido de um memorando interno sobre a sua associação a «amigos íntimos e apoiantes do Presidente Soares», com vista a «garantir o controlo de interesses nos media favoráveis ao Presidente Soares e, assumimos, apoiar a sua reeleição». Interpôs-se porém outro magnata, Robert Maxwell, arqui-rival de Murdoch, que invocou em Belém credenciais socialistas. Soares daria ordem para se fazer o negócio com este. O empresário inglês passou a enviar à Emaudio 30 mil euros mensais. Apesar de os projectos tardarem, a equipa de Soares garantira o seu «mensalão». Só há quatro anos foi criminalizado o tráfico de influências em Portugal, com a adesão à Convenção Penal Europeia contra a Corrupção. Mas a ética política é um valor permanente, e as suas violações não prescrevem. Daí a actualidade destes factos, com a recandidatura de Soares. O então Presidente ficaria aliás nervoso com a entrada em cena das autoridades judiciais - episódio a merecer análise própria. O POLVO (3) A empresa Emaudio, dirigida na sombra pelo Presidente Soares, arrancou pouco após a sua eleição (ver esta coluna na anterior GR) e, segundo Rui Mateus em Contos Proibidos, contava «com muitas dezenas de milhares de contos ‘oferecidos’ por [Robert] Maxwell (...), consideráveis verbas oriundas do ‘ex-MASP’ e uma importante contribuição de uma empresa próxima de Almeida Santos». Ao nomear governador de Macau um homem da Emaudio, Carlos Melancia, Soares permite juntar no território administração pública e negócios privados. Acena-se a Maxwell a entrega da estação pública de TV local, com a promessa de fabulosas receitas publicitárias. Mas, face a dificuldades técnicas, o inglês, tido por Mateus como «um dos grandes vigaristas internacionais», recua. O esquema vem a público, e Soares acusa os gestores da Emaudio de lhe causarem perda de popularidade, anuncia-lhes alterações ao projecto e exige a Mateus as acções de que é depositário e permitem controlar a empresa. O testa-de-ferro, fiel soarista, será cilindrado – tal como há semanas sucedeu noutro contexto a Manuel Alegre. Mas antes resiste, recusando devolver as acções e emperrando a reformulação do negócio. E, quando uma empresa alemã reclama por não ter contrapartida dos 50 mil contos (250 mil euros) pagos para obter um contrato na construção do novo aeroporto de Macau, Mateus propõe o envio de um fax a Melancia exigindo a devolução da verba. O governador cala-se. Almeida Santos leva a mensagem a Soares, que também se cala. Então Mateus dá o documento a O Independente, daqui nascendo o «escândalo do fax de Macau». Em plena visita de Estado a Marrocos, ao saber que o Ministério Público está a revistar a sede da Emaudio, o Presidente envia de urgência a Lisboa Almeida Santos (membro da sua comitiva) para minimizar os estragos. Mas o processo é inevitável. Se Melancia acaba absolvido, Mateus e colegas são condenados como corruptores. Uma das revelações mais curiosas do seu livro é que o suborno (sob o eufemismo de «dádiva política») não se destinou de facto a Melancia mas «à Emaudio ou a quem o Presidente da República decidisse». Quem devia, afinal, ser réu? O POLVO (4) Ao investigar o caso de corrupção na base do «fax de Macau» (ver esta coluna na anterior edição), o Ministério Público entreviu a dimensão da rede de negócios então dirigida pelo presidente Soares desde Belém. A investigação foi encabeçada por António Rodrigues Maximiano, procurador-geral adjunto da República, que a dada altura se confrontou com a eventualidade de inquirir o próprio Soares. Questão demasiado sensível, que Maximiano colocou ao então procurador-geral da República, Narciso da Cunha Rodrigues. Dar esse passo era abrir a caixa de Pandora, implicando uma investigação ao financiamento dos partidos políticos, não só do PS mas também do PSD – há quase uma década repartindo os governos entre si. A previsão era catastrófica: operação «mãos limpas» à italiana, colapso do regime, república dos juízes. Cunha Rodrigues, envolvido em conciliábulos com Soares em Belém, optou pela versão mínima: deixar de fora o Presidente e limitar o caso a apurar se o governador de Macau, Carlos Melancia, recebera um suborno de 250 mil euros. Entretanto, já Robert Maxwell abandonara a parceria com o grupo empresarial de Soares, explicando a decisão em carta ao próprio Presidente. Mas logo a seguir surge Stanley Ho a querer associar-se ao grupo soarista, intenção que, segundo relata Rui Mateus em Contos Proibidos, o magnata dos casinos de Macau lhe comunica «após consulta ao Presidente da República, que ele sintomaticamente apelida de boss». Só que Mateus cai em desgraça, e Ho negociará o seu apoio com o próprio Soares, durante uma «presidência aberta» que este efectua na Guarda. Acrescenta Mateus no livro que o grupo de Soares queria ligar-se a Ho e à Interfina (uma empresa portuguesa arregimentada por Almeida Santos) no gigantesco projecto de assoreamento e desenvolvimento urbanístico da baía da Praia Grande, em Macau, lançado ainda por Melancia, e onde estavam «previstos lucros de alguns milhões de contos». Com estas operações, esclarece ainda Mateus, o presidente fortalecia uma nova instituição: a Fundação Mário Soares. Inverosímil? Nada foi desmentido pelos envolvidos, nem nunca será. O POLVO (CONCLUSÃO) O anúncio da recandidatura de Soares veio acordar velhos fantasmas As revelações de Rui Mateus sobre os negócios do Presidente Soares, em Contos Proibidos (ver anteriores edições desta coluna), tiveram impacto político nulo e nenhuns efeitos. Em vez de investigar práticas porventura ilícitas de um chefe de Estado, os jornalistas preferiram crucificar o autor pela «traição» a Soares (uma tese académica elaborada depois por Edite Estrela, ex-assessora de imprensa em Belém, revelou as estratégias de sedução do Presidente sobre uma comunicação social que sempre o tratou com indulgência). Da parte dos soaristas, imperou a lei do silêncio: comentar o tema era dar o flanco a uma fragilidade imprevisível. Quando o livro saiu, a RTP procurou um dos visados para um frente-a-frente com Mateus – todos recusaram. A omertà mantém-se: o desejo dos apoiantes de Soares é varrer para debaixo do tapete esta história (i)moral da III República, e o próprio, se interrogado sobre o assunto, dirá que não fala sobre minudências, mas sobre os grandes problemas da nação. Com a questão esquecida, Soares terminaria em glória uma histórica carreira pública, mas o anúncio da sua recandidatura veio acordar velhos fantasmas. O mandatário, Vasco Vieira de Almeida, foi o autor do acordo entre a Emaudio e Robert Maxwell. Na cerimónia do Altis, viam-se figuras centrais dos negócios soaristas, como Almeida Santos ou Ilídio Pinho, que o Presidente fizera aliar a Maxwell. Dos notáveis próximos da candidatura do «pai da pátria», há também homens da administração de Macau sob tutela de Soares, como António Vitorino e Jorge Coelho, actuais eminências pardas do PS, ou Carlos Monjardino, conselheiro para a gestão dos fundos soaristas e presidente de uma fundação formada com dinheiros de Stanley Ho. Outros ex-«macaenses» influentes são o ministro da Justiça, Alberto Costa, que, como director do Gabinete de Justiça do território, interveio para minorar os estragos de um caso judicial que destapou as ligações entre o soarismo e a Emaudio, ou o presidente da CGD por nomeação de Sócrates, Santos Ferreira, que o governador Melancia pôs à frente das obras do aeroporto de Macau. Será o polvo apenas uma bela teoria da conspiração?

sexta-feira, dezembro 09, 2005

PRESIDENCIAIS

Cavaco quer que Portugal «volte a ser» a Califórnia da Europa O candidato presidencial Cavaco Silva defendeu que actualmente Portugal não tem estabilidade, nem crescimento mas pode voltar ao tempo em que foi «um País de sucesso» e «era considerado a Califórnia da Europa». In TSF

Resta-nos a esperança.
Votar Cavaco é uma esperança para a morbidez do marasmo em que vivemos.
Votar Cavaco mais não é que esperar por um fururo melhor com políticos mais acutilantes e activos. Pelo menos ele ficará de olhos neles. Têm de se portar bem ou as coisa irão mudar e já não é sem tempo. Com ele, tenho esperança que não voltem a acontecer Felgueirices.

segunda-feira, novembro 21, 2005

TUGAESPERTUS2

Vou subescrever um artigo de Eduardo Prado Coelho, apesar de não lhe achar grande piada. Já o pensei mil vezes mas não tive a coragem de o escrever porque tenho perdido muito tempo em culpar os políticos de tudo. Depois das autárquicas e seus resultados fiquei sem voz. Motivo: O Povo não sabe o que quer ao votar em Fátimas, Isaltinus e Valentinus.
Este artigo gostaria de o ter escrito eu.
O Povo é isto:Eduardo Prado Coelho - in Público
A crença geral anterior era de que Santana Lopes não servia, bem como Cavaco, Durão e Guterres. Agora dizemos que Sócrates não serve. E o que vier depois de Sócrates também não servirá para nada. Por isso começo a suspeitar que o problema não está no trapalhão que foi Santana Lopes ou na farsa que é o Sócrates. O problema está em nós. Nós como povo. Nós como matéria prima de um país. Porque pertenço a um país onde a ESPERTEZA é a moeda sempre valorizada, tanto ou mais do que o euro. Um país onde ficar rico da noite para o dia é uma virtude mais apreciada do que formar uma família baseada em valores e respeito aos demais. Pertenço a um país onde, lamentavelmente, os jornais jamais poderão ser vendidos como em outros países, isto é, pondo umas caixas nos passeios onde se paga por um só jornal E SE TIRA UM SÓ JORNAL, DEIXANDO-SE OS DEMAIS ONDE ESTÃO.
Pertenço ao país onde as EMPRESAS PRIVADAS são fornecedoras particulares dos seus empregados pouco honestos, que levam para casa, como se fosse correcto, folhas de papel, lápis, canetas, clips e tudo o que possa ser útil para os trabalhos de escola dos filhos ... e para eles mesmos. Pertenço a um país onde as pessoas se sentem espertas porque conseguiram comprar um descodificador falso da TV Cabo, onde se frauda a declaração de IRS para não pagar ou pagar menos impostos.Pertenço a um país onde a falta de pontualidade é um hábito.Onde os directores das empresas não valorizam o capital humano.Onde há pouco interesse pela ecologia, onde as pessoas atiram lixo nas ruas e depois reclamam do governo por não limpar os esgotos.Onde pessoas se queixam que a luz e a água são serviços caros.Onde não existe a cultura pela leitura (onde os nossos jovens dizem que é "muito chato ter que ler") e não há consciência nem memória política, histórica nem económica. Onde nossos políticos trabalham dois dias por semana para aprovar projectos e leis que só servem para caçar os pobres, arreliar a classe média e beneficiar a alguns. Pertenço a um país onde as cartas de condução e as declarações médicas podem ser "compradas", sem se fazer qualquer exame.Um país onde uma pessoa de idade avançada, ou uma mulher com uma criança nos braços, ou um inválido, fica em pé no autocarro, enquanto a pessoa que está sentada finge que dorme para não dar-lhe o lugar. Um país no qual a prioridade de passagem é para o carro e não para o peão. Um país onde fazemos muitas coisas erradas, mas estamos sempre a criticar os nossos governantes. Quanto mais analiso os defeitos de Santana Lopes e de Sócrates, melhor me sinto como pessoa, apesar de que ainda ontem corrompi um guarda de trânsito para não ser multado.Quanto mais digo o quanto o Cavaco é culpado, melhor sou eu como português, apesar de que ainda hoje pela manhã explorei um cliente que confiava em mim, o que me ajudou a pagar algumas dívidas. Não. Não. Não. Já basta.Como "matéria prima" de um país, temos muitas coisas boas, mas falta muito para sermos os homens e as mulheres que nosso país precisa. Esses defeitos, essa "CHICO-ESPERTERTICEPORTUGUESA" congénita, essa desonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui até converter-se em casos escandalosos na política, essa falta de qualidade humana, mais do que Santana, Guterres, Cavaco ou Sócrates, é que é real e honestamente ruim, porque todos eles são portugueses como nós, ELEITOS POR NÓS. Nascidos aqui, não em outra parte... Fico triste. Porque, ainda que Sócrates fosse embora hoje mesmo, o próximo que o suceder terá que continuar trabalhando com a mesma matéria prima defeituosa que, como povo, somos nós mesmos. E não poderá fazer nada... Não tenho nenhuma garantia de que alguém possa fazer melhor, mas enquanto alguém não sinalizar um caminho destinado a erradicar primeiro os vícios que temos como povo, ninguém servirá. Nem serviu Santana, nem serviu Guterres, não serviu Cavaco, e nem serve Sócrates, nem servirá o que vier. Qual é a alternativa?Precisamos de mais um ditador, para que nos faça cumprir a lei com a força e por meio do terror? Aqui faz falta outra coisa.E enquanto essa "outra coisa" não comece a surgir de baixo para cima, ou de cima para baixo, ou do centro para os lados, ou como queiram, seguiremos igualmente condenados, igualmente estancados....igualmente abusados!É muito bom ser português. Mas quando essa portugalidade autóctone começa a ser um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimento como Nação, então tudo muda...Não esperemos acender uma vela a todos os santos, a ver se nos mandam um messias.Nós temos que mudar. Um novo governante com os mesmos portugueses nada poderá fazer. Está muito claro... Somos nós que temos que mudar. Sim, creio que isto encaixa muito bem em tudo o que anda a nos acontecer: desculpamos a mediocridadede programas de televisão nefastos e francamente tolerantes com o fracasso. É a indústria da desculpa e da estupidez. Agora, depois desta mensagem, francamente decidi procurar o responsável, não para castigá-lo, senão para exigir-lhe (sim,exigir-lhe) que melhore seu comportamento e que não se faça de mouco, de desentendido. Sim, decidi procurar o responsável e ESTOU SEGURO QUE O ENCONTRAREI QUANDO ME OLHAR NO ESPELHO. AÍ ESTÁ. NÃO PRECISO PROCURÁ-LO EM OUTRO LADO.

quinta-feira, julho 28, 2005

CANDIDATURA DE SOARES

"Soares concorre não porque haja qualquer coisa 'decisiva' que justifique a sua candidatura, mas para servir uma vontade de poder e pretensões intervencionistas, que deviam incomodar em primeiro lugar Sócrates e o seu Governo" José Pacheco Pereira, PÚBLICO, 28-07-2005
Não me parece esse o motivo principal da candidatura de Soares. Parece-me isso sim que a classe política está velha e corrupta e precisa de uma mudança radical, caso contrário estamos sujeitos ao pior cenário nos próximos anos.
Os Políticos são velhos, têm ideias velhas e não conseguem soluções porque não querem. Se não tivessem outros interesses que não o servir o povo, já teríamos saido à muito de qualquer tipo de crise.
Soares, é um político velho, com ideias velhas e com falta de bom senso para se estar a meter de novo onde não deve.
Portugal precisa de sangue novo e renovador.
Portugal precisa de gente saudável e motivada.
Portugal precisa de gente Sã.
"Tudo se encaminha para que Mário Soares possa ser o candidato ideal para que o Presidente da República continue a ser da área política do PS, como sempre aconteceu desde o 25 de Abril", declarou Jorge Coelho à agência Lusa.
Este Senhor Coelho é outro tolo da Política Nacional. Não sabe o que diz nem diz o que sabe. `

DECLARAÇÃO DE GUERRA A ESPANHA

Nalguns dos artigos anteriores abordei o aspecto menos lógico da separação da Península Ibérica. Entendo que essa coisa do Patriotismo nos dias que correm e com os exemplos dos nossos políticos não está de moda. Tudo se faz hoje em relação à moda. O que está na moda é a Europa e a saber, importante mesmo é o Euro.
Atendendo a que o factor unificador é o Euro pura e simplesmente e não consigo ver outro, senão, vejamos as manifestações de desacordo da França e da Holanda sobre a Constituição Europeia. Nada nos une na Europa a não ser o referido Euro e esse está a escassear aqui para os nossos lados, pelo menos nos bolsos de Povo que paga impostos. Sendo o Euro o factor primordial do diálogo, teremos de criar políticas correctas de o captar.
Aqui ao lado a nossa vizinha Espanha tem tantos Euros que se arrisca a ser o Pais da União com mais Euros nos próximos 10 anos. Por seu lado, nós aqui na Portugália já somos há muito o País com menos Euros.
A incapacidade dos nossos líderes políticos está à vista de todos os que conseguem ver, pois não vislumbram no horizonte um Cêntimo.
O País não tem petróleo, pedras preciosas, minerais ricos, agricultura, indústria, comércio externo de relevância, água, chuva, árvores e o capital humano está a envelhecer. Com estas capacidades a possibilidade de facturar é difícil. Precisamos de facturar urgentemente e para isso temos de trabalhar muito o que também não se entende ser a melhor forma de ganhar EUROS. A solução quase final é DECLARAR GUERRA A ESPANHA. Não se precipitem porque ninguém vai pegar em armas. Fizemos uma revolução interna com cravos e agora poderemos fazer uma guerra com ROSAS. Quando os Espanhóis recebessem o e-mail da declaração de guerra iriam telefonar e perguntar ao PR se não teria havido erro no endereço de e-mail e o Sampaio limitava-se a responder que não queria saber de nada porque estava de saída. Os Espanhóis ficavam zangados e aceitavam a declaração de guerra mas muito zangados. O PR, porque estava de saída, não estava para estragar a carreira política e assinava, claudicando de imediato. Desta forma não haveria necessidade de pegar em armas (sem munições, por causa do défice) e os ex – Portugueses passariam a ser Ibéricos.
Em consequência dos factos acima assinalados, passaríamos a ser Ibéricos, podíamos arredondar a língua e falaríamos Galego que era mais Espanhol do que o Brasileiro é Português e os cultos linguísticos dizem que no Brasil se fala Português. Os Espanhóis não necessitavam de acabar de comprar o resto do País porque depois era tudo nosso. Não teríamos de pagar indemnizações de guerra porque éramos todos irmãos. Não precisámos de gastar dinheiro com as eleições Autárquicas porque seríamos uma Província da Ibérica. Nomeávamos um Alcaide que podia mesmo ser o Mário Soares pois pelo menos poupávamos as mordomias que ele já tem. Quanto aos Euros iríamos logo à cabeça duplicar o nosso ordenado mínimo para o dobro e equiparar o resto das tabelas salariais. Os nossos empresários não tinham de se preocupar com os centros de decisão se estarem a deslocar para Madrid ou Barcelona. O défice entrava na média dos Espanhóis e ficaríamos logo a cumprir o PEC.
Não vamos querer continuar a enumerar as vantagens duma declaração de guerra a Espanha porque são infindáveis. VIVA O EURO VIVO E DE BOA SAÚDE.

segunda-feira, julho 25, 2005

TERRORISMO EM PORTUGAL

Sendo um amante das novas tecnologias, não podia deixar de procurar na Internet todos os temas da actualidade sobre Terrorismo. Encontrei um site muito interessante que serve de correio ao grupo terrorista al Qaeda. Não tem interesse divulgar o endereço do site porque está escrito em árabe e essa não é uma língua que interesse aos leitores deste blog. Na informação pertinente que encontrei sobre o grupo terrorista, detectei que o Bin Laden dava ordens rigorosas às células na Europa para abandonarem de imediato Portugal e não gastarem qualquer tipo de munição neste País. A ordem foi dada e cumprida de seguida. Continuei a minha pesquisa e fui descobrir alguns comunicados internos da Al-Qaeda em que o Chefe do grupo dava as suas explicações para a decisão tomada que passarei a enumerar. A tradução do Árabe pode não ser muito perfeita mas assemelha-se a isto:
باللغة الإنكليزية بصفتها لغة العلوم والفنون، وذلك لكي يعتاد المتعلمون على قراءة أحدث المواد العلمية باللغة التي تم نشرها بها؛ وأن سرعة التطور العلمي لا يترك للغة العربية مجالاً لاستيعاب المصطلحات الحديثة؛ وأن حركة الترجمة لا يمكن أن تلحق بسرعة التطور العلمي
- Saiam imediatamente de Portugal porque os Portugueses são mais terroristas do que nós e eu não quero ter atritos com nenhum grupo semelhante.
التدريس باللغة الإنكليزية بصفتها لغة العلوم والفنون، وذلك لكي يعتاد المتعلمون على قراءة أحدث المواد العلمية باللغة التي تم نشرها بها؛ وأن سرعة التطور العلمي لا يترك للغة العربية مجالاً لاستيعاب المصطلحات الحديثة؛ وأن حركة الترجمة لا يمكن أن تلحق بسرعة التطور العلمي.
-Saiam de Portugal porque eles estão a ser governados por um grupo de lunáticos incompetentes, que vai conseguir por toda a gente na miséria com excepção da classe política.
الأهم حجج معارضي التعريب هي أن العالم العربي حالياً لا يسهم في العلوم الحديثة، ولذا من الأفضل أن يتم التدريس باللغة الإنكليزية بصفتها لغة العلوم والفنون، وذلك لكي يعتاد المتعلمون على قراءة أحدث المواد العلمية باللغة التي تم نشرها بها؛ وأن سرعة التطور العلمي لا يترك للغة العربية مجالاً لاستيعاب المصطلحات الحديثة؛ وأن حركة الترجمة لا يمكن أن تلحق بسرعة التطور العلمي. أما مؤيدو التعريب فيشيرون إلى أن أغلب الطلاب لن يلموا باللغة الأجنبية بالقدر الذي يسمح لهم بالاطلاع على المراجع الأجنبية وفهمها بيسر؛ وأن التعليم باللغة الأجنبية يمكن أن يخلق عند الإنسان ازدواجية في الشخصية ويؤدي إلى انقطاعه عن ثقافته الأم؛ وأن التعليم باللغة الأم يوفر الكثير من الجهد الذي يُهدَر على فهم النص الأجنبي بحد ذاته، ويوجه الجهود إلى فهم المادة العلمية نفسها؛ وأن اللغة العربية قادرة على استيعاب العلوم الحديثة؛ وأن المفاهيم العلمية الأساسية أكثر ثباتاً، ولا ينكرون ضرورة الإلمام باللغات الأجنبية للاطلاع على المستجدات. يرجع تعريب التعليم الجامعي في العصر الحديث إلى محمد علي في مصر؛ أما حالياً، ففي أغلب الدول العربية يتم تعليم أغلب المواد العلمية، خاصة الطب والهندسات، بلغة أجنبية (إنكليزية أو فرنسية) ويجري التعليم باللغة العربية في جامعات سوريا، كما أجريت تجربة قصيرة الأمد في آخر التسعينات في تعريب التعليم بجامعة سبها في ليبيا، وحالياً يجري تعريب التعليم الجامعي في السودان
-Saiam de Portugal porque essa gente é megalómana, desde o tempo do Cavaco Silva que se fazem obras loucas só para meterem uma placa com o nome do primeiro-ministro que deu ordem para iniciar esse tipo de obras. O Cavaco tapou o Mosteiro dos Jerónimos com o CCB que agora está às moscas e só é visitado por pseudo-cultos. Depois vieram os Guterres e os Barrosos e os Santanas e finalmente os Sócrates que desataram a mandar fazer monumentos próprios para gastar muito betão comos a Expo 98, os Estádios da Bola, os TGV e OTAS e mais umas Auto Estradas que não se sabe bem para que servem pois o povo não tem dinheiro para a gasolina.
يتم تعليم أغلب المواد العلمية، خاصة الطب والهندسات، بلغة أجنبية (إنكليزية أو فرنسية) ويجري التعليم باللغة العربية في جامعات سوريا، كما أجريت تجربة قصيرة الأمد في آخر التسعينات في تعريب التعليم بجامعة سبها في ليبيا، وحالياً يجري تعريب التعليم الجامعي في السودان
- Os loucos dos Portugueses estão a atear fogo ao seu próprio País e não criam nenhuma política de reflorestação, logo, vão ficar sem água muito brevemente pois aquilo vai transformar-se num deserto. Tenham calma irmãos que nós ainda voltaremos a ocupar aqueles solos que já foram nossos. Aquele País está a ficar árido, sem água e a arder. Acham que vale a pena ir lá meter explosivos? Acham que vale a pena gastar pólvora num País onde nem as Forças Armadas a têm porque não tem dinheiro para a comprar? Acham que vale a pena molestar aquele povo cujo Primeiro-ministro despede do Governo os competentes sempre que eles têm a ousadia de não aceitar o despe sismo inútil?
على المراجع الأجنبية وفهمها بيسر؛ وأن التعليم باللغة الأجنبية يمكن أن يخلق عند الإنسان ازدواجية في الشخصية ويؤدي إلى انقطاعه عن ثقافته الأم؛ وأن التعليم باللغة الأم يوفر الكثير من الجهد الذي يُهدَر على فهم النص الأجنبي بحد ذاته، ويوجه الجهود إلى فهم المادة العلمية نفسها؛ وأن اللغة العربية قادرة على استيعاب العلوم الحديثة؛ وأن المفاهيم العلمية الأساسية أكثر ثباتاً، ولا ينكرون ضرورة الإلمام باللغات الأجنبية للاطلاع على المستجدات.
-Acham que vale a pena perder tempo com um País que à beira das Presidenciais ainda surge a hipótese de um tal de Mário Soares com alguns 120 anos de idade e outros tantos de malandrice em Paris de se candidatar a PR. Acham que vale a pela perdermos o nosso tempo num País cujos lidere Partidários não conseguem segurar os membros do partido e este se vão candidatar à revelia do Partido com os Suíços Isaltinus e os Valentinus Loureirus. E aquele moço lá de cima do Norte um tal de Avelino Ferreira Torres que bate em toda a gente. E aquela moça que ameaça atacar Portugal nas autárquicas, vinda das bandas dum outro tal País fundada por um Rei Português que fugiu do seu próprio País? Irmãos, a nossa jiade de certo, nada tem a ver com esse povo que veio ao Iraque com os seus GNR mas foi só para beber umas súrbias e ganhar uns trocos de ajudas de custo porque eles lá ganham mal e sempre que querem uma carradinha de cimento ou areia, vão parar ao Tribunal. Parece-me que os Tribunais querem fazer greve e os polícias fechar as pontes e os soldados vão para a frente da Assembleia da República fazer manifestações.
Como se pode depreender destas traduções do Árabe, Portugal é considerado o País mais seguro do mundo, tendo em vista a ameaça externa. Falta só analisar a ameaça interna, mas essa vai ser complicado avaliar em virtude de ser enorme.

domingo, julho 10, 2005

SEGURANÇA

É espantoso que quase a totalidade da população fica admiradíssima com os problemas do terrorismo. O que aconteceu por estes dias na Inglaterra e em 11 de Março de 2004 em Madrid é perfeitamente compreensível em virtude da falta de segurança em todos os meios de transporte exceptuando-se o avião. Os Americanos foram os grandes impulsionadores de extremas medidas de segurança nos aeroportos mas eles próprios não as têm nos autocarros, metro, comboios, barcos etc. A minha pergunta sobre a segurança das pessoas e bens refere-se só a isso. Então só existe segurança nos Aeroportos porquê? Porque os americanos foram atacados de avião e então temos de vigiar bastante os Aeroportos. Mas os Espanhóis e Ingleses foram atacados nos comboios mas a segurança nas estações de caminho de ferro não aumentou. Gostaria de saber qual a dificuldade de fazer um destes últimos ataques de terrorismo em estações de Metro, Caminhos-de-ferro ou autocarros? Nenhuma dificuldade porque a segurança é nula. Não tem havido problemas nos aviões porque existe muita segurança e essa não se verifica nos outros meios de transporte. Pelo que acima se afirma parece-nos poder fazer uma afirmação quase bombástica mas não divulgada ainda: Só tem segurança quem paga e só paga quem tem dinheiro. A segurança é uma taxa paga à parte nos Aeroportos. Parece-me que estão a gozar comigo pois eu pago impostos e um dos meus direito é ter direito à segurança. Os Governos têm a obrigação constitucional de fornecer a segurança aos cidadãos quer ela seja de avião, carro, comboio ou barco. Infelizmente parece-nos que o loba das empresas de segurança é muito forte e talvez possamos começar por aí. A seguir à Guerra do Vietnam, a América fundou um dos grandes lobbies de segurança para poder empregar milhões de ex-combatentes e ao mesmo tempo dar milhões a ganhar aos ex – generais fundadores dessas empresas de segurança. A segurança privada como é feita agora, através da Securitas, Prosegur ou outros que tais é relativa. A grande maioria destes seguranças nem sequer usa uma arma. Será que a criminalidade existente nos dias de hoje se compadece com esses amadorismos? Os Governos são frouxos e cedem a lobbies, logo o cidadão acaba por não ter um direito fundamental – A Segurança. Será que estes manifestos de segurança são o método suficiente para combater o fundamentalismo Islâmico ou será que nos temos de relembrar da história passada. Será que os nossos antepassados – Os Cruzados – não se estarão a rir na sepultura? Será que o Ocidente vai conseguir vencer o Terrorismo com este sistema político? Será que as civilizações Ocidentais não terão de repensar a forma como estão a combater o terrorismo? Como se pode combater o terrorismo com Democracia? Ralhando aos meninos terroristas que não podem matar cidadãos indefesos? Não me parece que seja suficiente meter uns meninos na prisão pelo facto de terem aterrorizado toda uma civilização. Quem está fora da Democracia não pode ser julgado pela Democracia. Nem os terroristas compreendem esse tipo de actuação. Vamos dar-lhes com algo mais.

sexta-feira, junho 24, 2005

Fora da reforma aos 65 anos

Fora da reforma aos 65 anos 18 Junho 2005 “ NEM todos os trabalhadores vão ter de passar a reformar-se só aos 65 anos e as excepções não se ficam pelos polícias, como já assegurou o Governo. No sector privado, há carreiras com regimes especiais de reforma que vão manter-se exactamente como estão. É o caso dos trabalhadores com profissões tão diferentes quanto as de bailarino, mineiro, piloto de aviação comercial ou bordadeira da Madeira. Qualquer alteração a estes regimes teria de ser feita em sede de concertação social e nem o Governo nem os parceiros manifestaram, até agora, qualquer intenção nesse sentido. Em quase todas estas situações especiais, os trabalhadores podem reformar-se, o mais tardar, aos 55 anos. O Governo pretende pôr toda a Função Pública a reformar-se só aos 65 anos.” Este artigo do Expresso do dia acima assinalado, edição 1703,contem erros grosseiros de veracidade. Durante a descrição do artigo, o leitor foi informado que os Pilotos da aviação comercial passavam à reforma, aos 55 anos de idade como os controladores aéreos. Esta informação está errada pois a idade da reforma dos pilotos é aos 60 anos. À semelhança dos políticos, também me parece que os jornalistas não se esforçam muito por dizer toda a verdade. Um Semanário com o protagonismo do Jornal Expresso deveria ter mais rigor no tipo de informação prestada ao leitor, caso contrário, o cidadão comum, poderá interpretar esta falha, como mais uma cabala das instituições, para o descrédito total do POVO PORTUGUÊS.

MENTIROSOS

Infelizmente para mim, não tenho muito tempo para escrever artigos para este blog. Gostaria de poder participar com comentários diários sobre o que se passa aqui por estas paragens mas a matéria possível de criticar é muito vasta e o tempo é pouco. Os nossos políticos são muito maus ou são maus demais para perder tempo com as baboseiras que fazem no quotidiano. Há uns dias juntaram num painel, antigos ministros das finanças entre os quais o Bagão Félix. Quando alguém perguntou como é que o défice era tão elevado, todos alegaram mundos e fundos mas nenhum conseguiu servir os Cidadãos que os elegeram de boa fé. È interessantíssimo tentar compreender o que vai na cabeça de semelhantes vedetas que utilizam o Estado para orientar a vidinha pessoal. Os senhores políticos que me desculpem mas não há hipótese de algum dia voltar a acreditar num só que seja. Este blog começou com uma tentativa honesta de criticar mas sugerir algumas alternativas, mas infelizmente todos nós somos abalroados diariamente com notícias escandalosas de interesse particulares dessa espécie de seres humanos sem coração patriótico. Qualquer gestor numa empresa privada que cometesse os erros que têm cometido os Governos que por aqui andam era colocado na rua de imediato. Qualquer gestor que se preze, resolve o problema do défice em Portugal. Em nossas casas a despesa não ultrapassa a receita nem que para isso os bifes se tenham que cortar em dois. È evidente também que qualquer gestor que se preze teria de mandar 150 deputados para a rua e reduzir os ministérios para metade. Quanto aos Concelhos e freguesias, metade já eram muitos. Bem, não esperem que esse gestor vá manter um só destes seres parecidos com humanos que se integram na classe dos políticos, no lugar ou lá perto. Terão de ir procurar emprego antes de terminarem os mandatos. Não vão receber subsídio de desemprego. Num País onde o Valentim Loureiro diz todas as baboseiras que quer na TV e o Alberto João ofende os Jornalistas desmesuradamente, num País onde a Fátima Felgueiras ameaça a Justiça com entrar em Portugal na altura do rancho folclórico das autárquicas e não vai ser arrecada, num País onde as Televisões perdem tempo a entrevistar o Pinto da Costa e onde o único mau da fita do processo Casa Pia é o Silvino, num País onde o Guterres, Durão, Santana e Sócrates são Primeiros Ministros, desiludam-se os Portugueses que vão sair de algum tipo de crise existente. Votaram neles? Aturem-nos.

quarta-feira, maio 18, 2005

RELÓGIO DIGITAL PORTUGUÊS

Depois de verificar as nossas capacidades para sair da crise económica em que vivemos, penso que já estão criadas as condições para combater os Chineses em alta tecnologia e os Suiços em precisão: Vamos fazer Relógios Digitais

quarta-feira, março 16, 2005

DESPOLITIZADO

Bem, foi há algum tempo que escrevi o meu último pensamento mas a razão é simples: vazio total de matéria. A Política atingiu o apogeu da incompetência e não posso olhar nem para a direita nem para a esquerda porque infelizmente se dum lado chove do outro faz chuva.
O Ti Bagão disse uma graçola nos ùltimos dias de governação: Vou esmagar os Clubes da Bola e obrigar a que acertem as contas antes de nós sairmos (PSD+CDSPP).
O ganda mentiroso só nos quiz impressionar porque na realidade antes de sair adiou o problema para 2010. O Tuga paga e não BUFA porque senão penhoram-lhe tudo, mas os TUGASPERTUS fazem de nós palhaços. Vai chegar o dia em que eles comem tudo e já não há mais nada para comer e nessa altura o tal Tuga terá de uma vez por todas de acertar umas contas com estes democratas da treta.
Nunca este País de brandos costumes necessitou tanto de uma revolução como agora.

quarta-feira, fevereiro 16, 2005

Sócrates O Despensador

"Sobre alguém que me pede o voto e deseja representar-me ou governar em meu nome, é natural e legítimo que, como eleitor, eu queira saber, do seu carácter e da sua vida, algo mais do que as linhas dos seus programas ou as informações autorizadas que me fornece" Este artigo foi escrito pora António Barreto, colunista, in Público, 6 de Fevereiro de 2005.
Eu tenho mais informações a prestar do candidato a 1º Ministro deste País à beira mar plantado. Na última vez que encontrei o Eng. Sócrates era ele Ministro do Ambiente do Governo de Guterres. Como era o Comandante do voo de Ponta Delgada para Lisboa quando o então Sr. Ministro do Ambiente visitou os Açores, competiu-me a mim receber à porta do avião o VIP como é apanágio de uma Companhia Aérea que se preze. Ao receber o Sr. Ministro (Eng. Sócrates), dentro do avião e porque a casa era minha estiquei a mão para o cumprimentar e desejar-lhe as boas vindas a bordo mas surpresas das surpresas o Sr. Ministro deixou-me de mão no ar porque entretanto tocou o seu tetemóvel e ele preferiu receber a chamada e deixar-me com a mão no ar. Neste acto virou-me as costas.
Recolhi ao cockpit e nunca mais disse nada ao Sr. Ministro atendendo ao acto arrogante e malcriado de um representate da Nação onde eu pago impostos e não são assim tão poucos.
Com Estadistas destes já vi tudo o que tinha para ver para a próxima Legislatura.
Deixo aqui um recado ao Sr. Eng. José Sócrates: Nunca mais o receberei de forma alguma em minha casa em virtude de ter sido malcriado para com um cidadão que lhe paga o ordenado.

segunda-feira, dezembro 13, 2004

OLD FALCONS NEVER DIE

Old Falcons Never Die……… Foi com alguma amargura que vi partir mais um Falcão. Durante todos estes anos de vida profissional, tenho assistido a vários momentos destes. Por vezes, e devido às circunstâncias, entendi essas partidas de Falcões com mais facilidade do que agora, após todos estes anos de profissão. Refiro-me ao falecimento de um piloto, de quem era amigo, o Coronel Piloto Aviador Ramiro, Comandante da BA1. Terminou os seus dias a voar. Não é presumivelmente o momento para discutir o motivo pelo qual o acidente ocorreu. Os acidentes acontecem e as causas serão analisadas por quem de direito. Deixemos isso para as autoridades competentes. Agora, vai sendo tempo de alguém perguntar pela responsabilidade deste tipo de acidentes. Ao longo dos anos, têm vindo a ocorrer fatalidades deste género e para mim só existe um responsável por estes acidentes – O Sr. Ministro da Defesa em vigor à altura dos respectivos acidentes. Todos sabemos a dificuldade de Orçamentos com que vivem as Forças Armadas. Certamente que a FAP também terá as suas dificuldades e provavelmente os seus pilotos não voarão assim tanto como seria desejável de forma a terem proficiência nos meios que operam. Não pretendo atribuir algum tipo de culpa a ninguém mas sim responsabilidade e essa cai sobre a primeira e última entidade: Ministro da Defesa. Alguém faz algum tipo de inquérito responsável sobre este tipo de acidentes? Alguém tem a coragem de parar esta matança injustificada? Alguém se preocupa com a vida humana que opera meios cujo treino é inexistente? Não seria tempo de regulamentar estes voos que são feitos por pilotos cuja proficiência não é a necessária? Será que toda a gente se esqueceu daquilo que aprendeu quando iniciou a profissão? Terão os pilotos de continuar a voar para passarem no dia dos festivais, numa determinada hora e num determinado sítio, onde existe um palco recheado de políticos sentados, a olharem para o céu, de boca aberta a verem passar os seus aviões? Querem entretém, regulamentem esse tipo de entretém, mas tenham a consciência que, quem vai dentro dos aviões, merece respeito pela actividade e merece que lhe proporcionem o treino devido. Não vamos entrar muito mais por diante neste tipo de assuntos por nunca mais terminaria este tipo de queixas. Na despedida final, reencontrei vários companheiros que não via há muito tempo e que continuam quase na mesma mas com muitos mais galões e estrelas. Um deles, o Chefe, continua exactamente na mesma, com toda a sua dignidade e respeito pelo próximo e com todo o carisma de líder. Bem-haja um profissional desta estirpe.
…………………..Just Fade Away.

sexta-feira, dezembro 03, 2004

DEIXAMERIR

Vão aprovar o Orçamento de Estado para 2005?
Não acredito que esta nossa classe política não se enchergue e tenha vergonha com as incoerências que estão a cometer. O povo ganha mal mas não é estúpido.
A oposição não quer o Orçamento e a maioria está demissionária para não mais voltar. Meias com o PP é o que dá.
Não me vão dizer que vão aprovar o OE porque os reformados precisam do aumento de meia dúzia de «merréis» que lhes iam dar?
Não me vão dizer que vão aprovar o OE devido à falta de aumentos da Função Pública?
Não me digam que vão aprovar o OE que ninguém quer, nem os Empresários?
Só a maioria é que quer esse OE mas essa maioria foi arranjada pelo TiBarroso depois das últimas Eleições. Que eu saiba essa é uma maioria da TRETA pois eu não me lembro da coligação antes das Eleições.
Senhores Políticos está na altura de terem alguma dignidade e seriedade para com o Povo que vos paga os salários. Esse mesmo povo que está farto das vossas brincadeiras e falta de dignidade no desempenho das vossas funções.
Se na minha profissão trabalhássemos dessa forma, a Aviação estaria em extinção ràpidamente, por falta de meios é evidente. Por falta de funcionários não seria porque um pouco antes de os meios cairem, nós demitiamo-nos ou íamos para Bruxelas, para algum «empregizito» que por lá houvesse

quarta-feira, dezembro 01, 2004

DIA DA (IN)DEPENDÊNCIA

Ao celebrarmos a nossa independência, queria relembrar a nossa, cada vez mais dependência de quem nos tornámos independentes.
Será que estamos assim tão mal pelo facto de dependermos cada vez mais dos Espanhois de quem somos vizinhos, amigos e cujos laços nos unem mais do que a qualquer outro povo do mundo?
Será que a nossa independência, será mais notória se nos virarmos só para os povos de língua portuguesa (Palops) mas aos quais não estamos minimamente ligados por qualquer tipo de característica a não ser o facto de termos uma língua «parecida»?
Será que os Brasileiros e Africanos sentem por nós algum interesse a não ser o facto de sermos o povo que fala uma língua «parecida» e está inserido na EU?
Será que os nossos políticos quererão continuar a ter protagonismo em demasia e mantêm esta versão de Independência Nacional como o último bastiâo de ourgulho para que o povo não os sinta tão fúteis?
Ou será que, se nos uníssemos ao resto dos Ibéricos seríamos mais fortes, mais independentes e menos dependentes de pressões vindas de outros sectores que não aqueles que interessam ao Povo Português?
Politicamente, não somos independentes pois as grandes linhas são-nos ditadas por Bruxelas.
Económicamente, já dependemos dos Espanhois em virtude da nossa incompetência. Quando digo nossa, refiro-me à incompetência de quem nos tem governado estes ùltimos anos, pois não tem tido a capacidade de tornar a nossa economia independente.
Sem querer alongar o assunto, por que motivo, não referendamos a integração Ibérica?

terça-feira, novembro 16, 2004

TUGASPERTUS

Nos dias que correm é usual ouvir-se que este ou aquele cidadão comentaram « se fosse eu que fizesse aquilo, não teria sido, como foi feito» ou «aquele assunto foi mal conduzido». Bem, este tipo de comentários, de quem está por fora das situações, é bastante usual no nosso burgo. Qualquer contribuinte que se preze, julga-se no direito de ser, um bocadinho ministro de qualquer coisa, até porque, na mente de alguns, esses ditos ministros não percebem nada do que estão a fazer. Como se sabe, é difícil agradar a «Gregos e a Troianos». Não queremos empurrar o assunto para a política, que está tão cansada nos dias que correm, precisava de renovação, mas vamos orientar-nos para o objectivo do título. Em todas as profissões existem iluminados que discutem sobre tudo. Uns porque são realmente cultos e outros porque ouviram falar alguém ou leram algum artigo de um fazedor de opinião. Os Pilotos de linha aérea, também não estão fora deste raciocínio. Imagine-se que uns senhores, à revelia das instituições competentes desataram a tentar mudar as leis e começaram a falar com políticos para satisfazer o seu ego. Nessas conversas querem que eu, que já estou farto de aviões, passe à reforma aos 65 anos. Sim porque é disso que se trata e nada mais. Todos sabíamos que as licenças de voo iriam permitir trabalhar até aos 65. Mas não contentes com isto e à revelia das instituições (Spac e Apla) entraram em diálogo com os famintos políticos, àvidos de povo tão honesto. Lutar pelos interesses da classe, é uma função digna, que está ao alcance de quem para ela foi legalmente eleito. Lutar pelos interesses do umbigo é uma função particular mas do umbigo de cada um. Não contentes com isto, assiste-se a uma troca de mimos numa revista «Por dentro» que pode ser lida por profissionais de outras classes, que se vão rindo, da ligeireza com que nós, na nossa casa nos vamos entendendo. Já não faltava a história do Pro65 e agora temos outra que é a manutenção do Presidente da Sata em funções. Pelos vistos, circula uma carta, proposta de abaixo assinado, feita pelos mesmos que me querem reformar aos 65 anos, em defesa do Presidente da Sata por quem tenho muito respeito. Alega-se nessa carta que deveríamos escrever ao Governo Regional dos Açores a pedir para manter o actual Presidente da Sata. Com todo o respeito que sinto por ele, entendo que esses lugares poderão ser ocupados por outros, porque numa sociedade civíl que se preze, não existem impriscindíveis. Outros haverão que desempenharão as mesmas funções, assim sejam nomeados para elas e qualificados para tal. Vindo esta proposta de quem vem, traz água no bico. Aqui vamos nós, saltando de galho em galho e por vezes, esquecemos os nossos deveres profissionais.

segunda-feira, novembro 01, 2004

«CONSUMIDOR-PAGADOR»

Adoro a ideia, agora muito em voga, do sistema consumidor pagador.
Concordo que quem usa as Auto-Estradas as deve pagar. Não tem lógica que o meu pai que nem tem carro tenha que pagar essas ditas cujas, com a sua reforma miserável; Diga-se miserável porque não lhe foi dada a oportunidade de ele fazer uma reforma maior. A Democracia não chegou ainda a tanto.
Concordo que os cidadãos que não andam de carro não tenham de pagar as minhas viagens na Auto-Estrada quando vou passear ou trabalhar.
Concordo que os cidadãos devem pagar tudo aquilo que consomem de forma a não prejudicar a bolsa daqueles que nada consomem.
A Democracia é mesmo isto: consumiu? pagou
Só não concordo com tudo aquilo que o cidadão não consome e tem de pagar, senão vejamos:
  1. Estádios da bola que eu não visito e tenho de pagar com as minhas contribuições autárquicas às Câmaras Municipais. A manutenção destas megalomanias à Portuguesa não devem custar barato a manter. Será que se vai jogar alguma coisa no Estádio de Loulé-Faro? e se houver algum jogo, será que quem o vai disputar consegue pagar ao jardineiro para tosquiar a relva?
  2. Todo o Património do Estado tem custos de gestão e manutenção astronómicos mas eu nem sequer sei onde está grande parte desse património, portanto não o uso, logo não consumo, logo não teria de o pagar.
  3. Se pago Auto - Estradas é porque não ando de transportes públicos. Não nos transportes das grandes cidades que são financiados pelo Estado e não ando na CP ou Refer ou Metro ou Carris ou o que quer que seja que dá milhões de prejuízo aos contribuintes que não são consumidores mas são pagadores.
  4. Não vejo televisão e tenho de pagar a RTP 1 & 2. Não consumo e pago.
  5. Não vou a festas de inaugurações da treta e pago.

Bem, não teria fim este emaranhado de produtos que alguns cidadãos não consomem mas pagam.

Estou farto de conversas da treta Srs. Ministros. Os Senhores hoje decidem que se paga e o cidadão paga, amanhã são administradores de empresas privadas e estão sentados à frente de grandes grupos económicos e são comentadores e analistas políticos e tecem comentários do tipo - Bem, não foi muito oportuna a decisão do Governo na altura mas, tinha de se fazer algo a Bem da Nação.

Estejam quietos, não façam nada, porque ganhamos todos mais. De cada vez que vem uma decisão nova, custa milhões.

terça-feira, outubro 26, 2004

GNR e BRISA

Estava convencido que na auto estrada não se podia parar nas faixas de segurança (pondo de parte as avarias ou doença súbita) mas estava completamente equivocado. A GNR utiliza essas faixas para fazer o seu trabalho de caça ao consumidor- pagador.
O truque é simples: Uma viatura está escondida na zona de uma ponte ou atrás de uma placa de sinalização de obras com um radar e mais á frente estão duas ou três viaturas também da GNR à espera do consumidor-pagador que venha com pressa para ir pagar os seus impostos ao Tibagão. Nessa altura que o tal senhor apressado passa pelas outras viaturas começa a cena de filme à amaricana; Sirenes tocam desenfreadas, os agentes fazem gestos como se de surdos-mudos se tratasse e a gincana termina quando toda a rapaziada se encosta à berma a discutir o assunto.
No intervalo desta guerra de perseguição ao dito consumidor-pagador, passam outros que também pagam ao Tibagão mas com mais calma porque a vida não está para pressas e que apreciam o espectáculo, mandam umas travadelas a fundo para não serem apanhados e nem sequer reparam que podem causar um acidente.
Nesta altura é a vez de entrar em cena a carrinha de segurança da Brisa que também vai ganhar qualquer coisinha se por acaso ajudar algum dos ditos senhores que pagam bastante bem para andar naquelas estradinhas largas que quando têm lombas são arranjadas com uma placa de aviso de lomba.
Meus Senhores, a seriedade desta cenas é ridícula e nós a vê-los passar. Onde está a GNR quando neste País se fazem todos os fins de semana corridas de alta velocidade em ruas de cidades e outras, corridas essas, feitas por rapaziada que não sabe o caminho para o escritório do Tibagão.
Onde está a prevenção nas estrads que realmente precisam de ter GNR para dissuadir os loucos da estrada?
Como prometi no meu primeiro blog terei de apresentar alguma solução porque senão vão chamar-me de «político».
Utilizem radares em vários sítios da auto estrada, e mandem a fotografia do prevaricador para o tribunal. Se a legislção não dá para fazer nada mudem-na em vez de a mudarem para alterar só os preços das multas. As viaturas da GNR na auto estrada a gastarem o dinheirinho do consumidor pagador a fazer corridas atrás dos ditos não serão necessárias- e se elas são caras.

sábado, outubro 23, 2004

CRITICAR

Criticar é uma forma de expressão que por vezes se torna abusiva e ofensiva.
Quem critica, quererá dizer algo, mas por vezes esquece a forma como o faz.
Os exemplos de má crítica podem ouvir-se todos os dias da boca dos membros dos partidos da oposição. Não vamos esquecer que quem hoje manda, amahã obedece.
Este novo blog irá encetar uma nova forma de criticar sem interesses políticos.
Vamos dizer que este blog reproduz um pouco a forma silenciosa daqueles que nem sequer sabem que é possível dizer aquilo que se pensa. ( Em Portugal já não sei se esta última fraze está correcta ).
Para uma primeira introdução do que vai ser este blog, digamos que, iremos pura e simplesmente dizer o que nos parece mal. Apontaremos algumas sugestões alternativas para o caso de entenderem fazer algo por quem mais não pode fazer.